Ter ou Ser

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Vivemos hoje num mundo onde o “ter” é o mais importante, ter o melhor carro, ter as melhoras roupas, ter a melhor casa, ter acesso ao que há de melhor, enfim ter tudo que o dinheiro possa comprar.

Claro que, isso tudo que citei acima é bom, traz conforto, segurança e massageia o ego, mas e o “ser” onde está? Onde esta a essência de tudo que gerou o “ter”?

Há alguns dias essas duas palavras vêm martelando em minha mente, e concluo (de acordo com o que observo no comportamento das pessoas) que hoje para ser aceito você precisa “ter”, só assim as pessoas irão te olhar e aceitar. Mas e depois?

 Depois de ser aceito, ser perfeito nas redes sociais, com os amigos e com a família, o que o “ser”, aí dentro de você fala?

Se o seu “ser” estiver alinhado e em paz com o seu “ter”, ótimo, mas e se não?

Essa é uma das observações que faço quando inicio uma seção de coaching com um novo cliente. O coaching é um processo de desenvolvimento humano, embasado em várias áreas, desde a psicologia até a administração, que trabalha o lado pessoal e profissional das pessoas, ajudando-as no processo de descoberta, valorizando ações que realmente fazem a diferença em nossas vidas.

Percebo como as pessoas resistem em investir em si mesmas, temem trocar o “ter” pelo “ser” e acabam por viver anos num emprego que não gostam, numa relação destrutiva, num atrofiamento cerebral (porque se você não adquirir novos conhecimentos e novas habilidades ele atrofia mesmo) e quando olhamos ao nosso redor à vida passou, e o “ser” simplesmente não evoluiu, começamos a sentir magoas, procrastinação, medo, arrependimento, sentimentos que impedem o nosso desenvolvimento pessoal.

O carro fica velho, a roupa acaba, o celular fica “ultrapassado” e o seu conhecimento? O que acontece com ele no decorrer dos anos?

Muitas vezes, ignoramos oportunidades únicas, como adquirir novas experiências, fazer cursos, ir a eventos, conhecer pessoas e lugares, apenas, pelo fato de não considerarmos que para sermos bem sucedidas, precisamos inovar, ter coragem de arriscar na vida e nos negócios, precisamos aprender todos os dias a nos reinventarmos para que o “ter” se torne consequência do nosso “ser”, só assim encontraremos o nosso ponto de equilíbrio.

Então, depois de toda essa reflexão, para você o que vale mais a pena:

“ter” para “ser”? ou “Ser” para “ter”?

 

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      Juliana Graff 

Personal and Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coaching® (BCI – Behavioral Coaching Institute & ICC – International Coaching Council), possui graduação em Marketing e Empreteca pelo Sebrae. Desenvolve o trabalho de treinamentos, palestras e coaching, com foco na direção dos objetivos individuais, de times e empresas a partir de uma transição no modo de pensar e agir, com sólida experiência em Gestão de Pessoas e Comportamento Humano.

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