O fator pouco lembrado mas decisivo para o seu sucesso.

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Olá meninas! Hoje começo minha participação como colunista nesse projeto incrível que é a Emdime e estou muito feliz com isso. E escolhi esse tema super interessante para começar. Vamos lá?!

Embora pesquisas recentes indiquem que, no Brasil, apenas 8% das mulheres são donas do próprio negócio, os números também mostram que as empreendedoras, mais que os homens, tem se preocupado com a qualificação profissional. Atualmente, 18,6% delas já iniciaram uma faculdade. Relativamente aos homens, esse percentual cai para 12,1%. Essa busca por conhecimento é ótima e com certeza ajuda muito na hora de abrir e de administrar um negócio.

 Contudo, em meio a tantos conceitos de marketing, gestão, tabelas financeiras e análise SWOT, às vezes, acaba-se esquecendo de um fator essencial que nenhuma planilha irá lhe mostrar: a necessidade de acreditar em si mesma e na sua ideia.

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Isso mesmo! Você deve ser a primeira pessoa a acreditar naquilo que está fazendo e no seu potencial. Em algumas ocasiões converso com mulheres que passam muito tempo estudando para abrir um negócio, conseguem me falar sobre as estatísticas do mercado, sobre a carência dos consumidores, sobre dados e números surpreendentes.

Mas, quando questionadas se realmente acreditam no empreendimento, elas, muitas vezes, não sabem responder: “nossa, nunca me fizeram essa pergunta antes!”.

Surpresa? Pois é, você precisa saber isso. Outro ponto essencial é acreditar em você. Não raro, vejo mulheres sensacionais, inteligentes, com faculdade, pós-graduação, MBA, com uma vasta experiência na área em que gostariam de empreender e com uma ótima ideia ou proposta. Todavia, elas aceitam e permanecem em empregos medianos, que não gostam. Porquê? Não acreditam nelas.

E eu tenho uma péssima notícia para lhe dar, amiga, se você não acredita em si mesma, ninguém além de sua mãe, irá acreditar.

 

Isso porquê, ainda que você tenha fé no seu negócio e em você, mesmo assim, nem todos acreditarão no seu empreendimento. Foi isso o que aconteceu com muitas das pessoas mais bem sucedidos que já ouvimos falar.

Um grande exemplo é Howard Schultz, dono da Starbucks. De origem simples, teve dificuldade para pagar a faculdade. Quando conseguiu um emprego na área de marketing de uma rede de cafés chamada Starbucks, teve uma boa ideia. O que você acha? Que os seus chefes reconheceram imediatamente o cara surpreendente que estava a sua frente (e que a inovação poderia fazer a cafeteria faturar cerca de US$ 15 bilhões por ano – valor que a Starbucks fatura atualmente)? Não! Não aceitaram sua ideia.

O que ele fez? “Ah! Desistiu da ideia, afinal, não deveria ser tão boa assim, quem era ele para pensar que teria estratégias melhores que os chefes”. Não! Ele acreditou no seu potencial e na sua ideia e abriu a própria cafeteria. Fez tanto sucesso que apenas dois anos depois pode comprar a Starbucks.

Sempre lembro também do Steve Jobs: foi demitido da própria empresa que fundou. Depois, disso, ele ainda criou a NeXT, deu um “up” na Pixar e desenvolveu iPods, iPhones e iPads. Temos diversos outros exemplos: Elvis Presley ouviu que era melhor ele voltar para sua cidade e continuar a dirigir caminhão. Oprah Winfrey, a maior apresentadora da televisão americana, foi demitida de uma emissora no início de sua carreira.  Walt Disney, antes de criar o Mickey, também foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua “falta de imaginação e boas ideias”. 

Não estou nem de longe querendo dizer pra você largar o estudo, o planejamento, a pesquisa. Mas quero lembrá-la da essência da coisa: você! Acreditar em você e no seu negócio é um fator pouco lembrado nas salas de aula, mas decisivo para o sucesso.

E é com essa confiança que a mulher empreendedora precisa sair da sua casa todos os dias e falar da sua ideia com orgulho. Existem muitas pessoas e empresas por aí que não irão se interessar por ela, é verdade. Mas (como você já percebeu) nem todas as pessoas sabem reconhecer um grande talento. Portanto, saiba que a única pessoa que pode limitá-la, é você, através da falta de fé em si mesma e nos seus ideais.

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    Tâmar Mossmann

Advogada curiosa, formada pela UFRGS, empreendedora inquieta, interessada por inovação e empoderamento feminino. Foi uma das vencedoras do Concurso Cultural “Mulheres Reais” 2015, promovido pelo Jogo de Damas, por ser uma mulher considerada empreendedora e inovadora. Casada com o músico Kiko Magioli, por enquanto sem filhos. Adora cachorros, tem um, o Charlie. Proprietária de um escritório de advocacia no Centro de Porto Alegre, que esse ano completa 35 anos de existência, o qual administra juntamente com seu pai, Alfredo Martins. O escritório se propõe a ser diferente e inovador aliando o tradicional e o moderno, além de oferecer atendimento especial aos Direitos da Mulher, às Startups e aos Micro e Pequenos Empreendedores, especialmente na área preventiva trabalhista por meio do projeto de “Gestão Proativa de Riscos Trabalhistas”, que já foi considerado “super inovador” pelo Sebrae. .

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